Um cientista cristão evangélico foi demitido de seu emprego por causa de suas conclusões sobre o fóssil de um dinossauro assunto, que acabaram colocando um ponto de interrogação sobre a teoria da evolução.

O problema começou quando Mark Armitage, um cientista da Universidade Northridge do estado da California (CSUN), nos EUA, descobriu tecidos moles em um grande chifre de um triceratops, que segundo os estudos científicos, teria pelo menos, 65 milhões de anos de idade.

Armitage disse que sua descoberta colocou “os evolucionistas em fuga”, uma vez que não eles puderam explicar como as “células e tecidos delicados” que ele encontrou no chifre de um triceratops – um dinossauro com um crânio avantajado, e três chifres – poderiam “sobreviver aos efeitos do tempo”.

“Na verdade, é surpreendente que eles estejam lá, mesmo depois de milhares de anos, desde o Grande Dilúvio de Noé. Mesmo se considerássemos que o dilúvio aconteceu há apenas 3.000 anos, a existência desses tecidos moles é impressionante”, disse ele.

Quando Armitage descreveu suas descobertas em um artigo de jornal, os outros cientistas da universidade ficaram furiosos, pensando que ele estava tentando promover provas contra o evolucionismo e que estava fazendo isso por ser cristão. Seu supervisor teria dito a ele: “Nós não vamos tolerar sua religião neste departamento!”.

Mark foi posteriormente demitido de seu posto. Ele então apresentou uma queixa em um tribunal de Los Angeles contra a universidade, alegando que a CSUN o demitiu, com base em sua religião.

O presidente do Instituto Pacific Justice, Brad Dacus defendeu Armitage, apontando que “demitir um empregado por causa de suas opiniões religiosas é um procedimento completamente inadequado e ilegal”.

Dacus acrescentou: “Mas fazer isso na tentativa de silenciar o discurso científico de uma universidade pública é ainda mais alarmante. Isto deve ser um alerta e uma advertência para todo o universo acadêmico”.

No mês passado, após dois anos de processos judiciais, A Universidade chegou ao fim do caso, oferecendo a Armitage uma grande quantia, que era o equivalente a “cerca de 15 vezes o que Armitage ganhava anualmente, em seu emprego de meio período”, de acordo com seu advogado, Alan Reinach.

“Em nossa opinião, eles certamente não teriam pago esta quantia se não reconhecessem que os vecenmos na justiça”, disse Reinach em uma entrevista com The College Fix. “O Estado não estabelece uma quantia tão grande para indenização (com mais de seis dígitos), a menos que eles estejam realmente preocupados com a possibilidade de perder”.

Reinach descreveu o acordo como “inovador”, acrescentando que, não conhece nenhum outro cientista que crê na Bíblia e tenha sido recompensado com um acordo tão favorável.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN TODAY

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