Governo Trump pede que outros países exijam o fim do programa “pague para matar”.

O Congresso dos Estados Unidos aprovou recentemente uma lei que impede o repasse de verbas à Autoridade Palestina (AP) caso ela continue pagando um salário para terroristas condenados e suas famílias. Essa antiga política é chamada de “pague para matar”.

O objetivo do governo Trump é romper com as antigas práticas da administração Obama, a qual entregou milhões de dólares a organizações humanitárias, mas esses fundos, posteriormente, acabaram sendo usados para financiar direta ou indiretamente o terrorismo.

No entanto, o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, ignorou as exigências dos EUA e passou a pedir dinheiro para outros países, na tentativa de cobrir o prejuízo.

De acordo com o Centro de Inteligência e Informação sobre Terrorismo Meir Amit, a recompensa paga aos terroristas e suas famílias faz parte do sistema político que regula a sociedade palestina há décadas.

No passado, a AP disfarçava as fontes desses pagamentos, mas agora as contas estão explícitas no orçamento de 2018, o que é visto como claro desafio. Itamar Marcus, diretor do Palestinian Media Watch, que monitora as ações do governo palestino, explica: “A grande tragédia, eu diria nos últimos 20 anos, é que a Autoridade Palestina agiu como uma organização terrorista. Eles enviaram terroristas para matar israelenses e os recompensaram por isso. No caso daqueles que estão presos ou acabaram morrendo, quem recebe é a família”.

O deputado Doug Lamborn, autor da lei que impede o repasse para o financiamento do terrorismo, diz esperar que outras nações façam o mesmo.

“Esperamos que outros países sigam nosso exemplo, assim como esperamos que façam isso em outras áreas, como a mudança da embaixada de Tel Aviv para Jerusalém. Se a comunidade internacional, unida, disser à Autoridade Palestina ‘se você agir como um terrorista, não terá nosso dinheiro’, acho que isso terá um efeito de longo prazo, mudando a maneira como a AP se comporta”. Com informações CBN

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

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