Autor da proposta, deputado Adilson Rossi (PSB), justificou o projeto afirmando que “virou até moda ser chamado de evangélico”.

O governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), sancionou o projeto de Lei que definiu o dia 19 de setembro como data de comemoração do “Dia da Juventude Evangélica”.

 Na coluna de Mônica Bergamo, na Folha, o autor da proposta, deputado Adilson Rossi (PSB), justificando a criação da nova data festiva afirmou que cristão deixou de ser considerado “um termo pejorativo” e que “virou até moda ser chamado de evangélico”.

Mas nem todos concordam com o parlamentar. No Facebook da Folha, alguns leitores demonstraram insatisfação com a Lei promulgada.

“Cadê o dia dos jovens católicos, dia dos jovens umbandistas, dia dos jovens budistas, o estado é laico”, declarou Jorge Monteiro. Ainda contrário a medida, Paulo Freitas ironizou, “é pra isso que os políticos estão lá: para criar dias! Saúde, segurança, educação, emprego: ninguém precisa”.

A medida provocou diversas reações. Um espírita comentou na rede social que não deseja ter uma data alusiva à sua crença, e ao invés disso os políticos deveriam “se ocupar de fazer o que é: Necessário para todos, correto para todos e honesto até as últimas consequências”.

Pastor Messias Barbosa, da Igreja Assembleia de Deus, comentou sobre as comemorações dessa data. “Esse é um dia para que o evangélico se manifeste e possa se expressar perante toda a sociedade. Além de pregar o Evangelho”.  A data geralmente é utilizada como um meio de evangelização e demonstração da cultura evangélica.

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

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